domingo, 19 de agosto de 2012

Livro: O MÉDICO DO PRESIDENTE

Foto do meu livro.

O MÉDICO DO PRESIDENTE
1975      by               WILLIAM WOOLFOLK
Título original em inglês:  THE PRESIDENT’S DOCTOR
Tradução Ana Maria Mandim.
Personagens do livro: George Rushton (presidente), Carter (personagem principal), Janet, Claire (esposa de George, ex namorada de Carter), Dr. Thatcher (o médico do presidente)

Destaques do livro:
O livro é baseado em ANFETAMINAS e os efeitos colaterais provocados pelo uso abusivo da droga.

Pgn. 57 – George deveria ter tido montes de oportunidades e quantos homens podem atravessar suas vidas inteiras sendo fiéis a uma mulher só? Os votos do casamento nem sempre levam em consideração os ferozes instintos do animal humano. (breve comentário de Carter sobre a responsabilidade do presidente na morte da amante).

Pgn. 142 – As personalidades humanas estavam divididas em categorias diferentes e as drogas psicodélicas, particularmente as anfetaminas, tinham efeitos muito diversos sobre cada tipo. Alguns se recolhiam numa passividade que se assemelhavam com uma esquizofrenia, outros não mostravam sinais emotivos, mas seu corpo se rebelava e desenvolvia sintomas puramente físicos, outros ainda oscilavam entre tentativas infantis para continuar dependentes e ataques de descontrole igualmente infantis. A categoria mais assustadora aprende a manter seus impulsos hostis sob controle e obtêm o que querem sem demonstrar animosidade. Sua necessidade de dominar é dirigida para os canais sociais úteis. Se forem submetidos a um longo tratamento com anfetaminas, o delicado equilíbrio de sua personalidade começa a se desintegrar. Os impulsos hostis retomam o controle. Eles começam a acreditar que estão cercados de inimigos e tentam destruí-los e reagem com o que frequentemente parece ser uma violência desmotivada.

Na pgn. 231 – Quando o presidente começava a falar era como se não pudesse parar. O Instituto de Psiquiatria, em seu relatório, chamara aquilo de “pressão oratória”, uma necessidade compulsiva de falar aliada a uma incapacidade de escutar.

Com certeza não é o melhor livro de William Wolfolk, no entanto, o tema abordado é um alerta para os nossos tempos... ainda. Anfetamina e outros alucinógenos deveriam ter morrido no passado.
Copiado diretamente do livro.  As letras na cor azul, são meus devaneios.
(by Mar)
Postar um comentário