segunda-feira, 5 de março de 2018

Filme: Inverno da Alma WINTER'S BONE ano 2010

Em negrito é meu parecer do filme
Em azul, foi dito no filme.
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É surpreendente quanta cocaína esses "Wall Streeters" podem usar, levantar-se e ir trabalhar no dia seguinte. 

O pai de Ree Dolly (Jennifer Lawrence) trabalhava em laboratório de drogas, abandona a família e vai preso. Paga a fiança com a casa onde a esposa mais três filhos vivem. Ree Dolly procura pelo pai, precisa provar que ele está morto para recuperar a casa, e pra isso tem que bater de frente com a gangue.  Com a ajuda de mulheres que a espancaram em cenas atrás, ela consegue as duas mãos do falecido, provando que o pai está morto e assim termina o filme com a família reunida e recebendo uma quantia em dinheiro de alguém que estava devendo ao pai que havia sido assassinado.

Filmado nos EUA - 100 minutos de gravação. O orçamento do filme ficou estimado em dois milhões de dólares. Vou lembrar de pesquisar porque um simples drama gera tantas despesas.
Nota 10 para o filme Nota 10 para Jennifer Lawrence.
Escrito e dirigido por Debra Granik
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As fotos tirei da telinha. Nada aqui foi copiado. (Marlene Koch)

domingo, 4 de março de 2018

Filme Perfect World (Um Mundo Perfeito) ano 1993

Aos 28 minutos o fugitivo mau morre, o que me levou a continuar assistindo o "fugitivo bom".
 O filme mostra que existem pessoas que podem parecer más, mas na verdade são pessoas justas que não conseguem admitir a existência do mal e tentam combatê-lo. É o caso do personagem Haynes que sempre fica possesso quando se depara com pessoas estúpidas e foi numa dessas crises, na meta final do filme, onde Haynes ameaça a família que hospedou a ele e o menino refém por uma noite, que a morte se voltou contra ele. (*)  O menino refém que se tornou amigo dele ao sentir que Haynes mataria alguém daquela família, atirou nele em seguida fugiu para a mata. Haynes foi atrás do garoto, sangrando e nesse momento final os dois fizeram as pazes. O menino fantasminha chorou ao ver seu amigo esvaindo em sangue.
 Foi na parte final do filme que lembrei que já havia assistido o filme a vinte anos atrás. Lembrei do que pensei na época: Dezenas de policiais na captura de um fugitivo do bem, talvez porque pegou uma criança de refém? Não existe "talvez" nos filmes.  Daí deram um tiro matando um homem que já estava morto? ! 

(* o homem que o hospedou batia no filho, Haynes não suportou ver isso)

Quanto ao título do filme, é mais um faz de conta daquilo que poderia ser mas nunca foi. Ou justificar a morte de Haynes para que o menino filho de mãe Testemunha de Jeová, deixe a criança viver a infância comendo algodão doce,  brincando de montanha russa, de doçuras ou travessuras, coisas que essa religião não permite fazer.  Daí eu pergunto: -Crianças testemunhas de Jeová não podem brincar? -Não podem interagir com outras crianças? -Vejo que tem muita religião nesse planeta e pouca união entre as pessoas.
"Religião é óleo , o amor é água. Os dois não se misturam." -Essa frase não está no filme, pensei nela agora porque, é fato!






A moral do filme é :  O fugitivo era um homem tão bom que deu sua vida para que a criança Testemunha de Jeová tivesse direito a ter uma infância com gosto de infância! Foram as exigências de Haynes nos momentos derradeiros.

Warner Bros. Pictures
A Malpaso Production
Direção Clint Eastwood
Escrito por John Lee Hancock
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Kevin Costner (Haynes).
Nota 10 para Kevin Costner, nota 8 para o filme.
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As fotos cliquei da telinha, nada foi tirado da internet. 

sábado, 3 de março de 2018

Filme The Zookeeper (2001)

Em negrito, o que eu penso
Em azul,  foi dito no filme.

"Não ha nada que consuma um homem tão rápido, quanto a paixão do ressentimento" (Nietzsche)

"Ando em vidros num espelho quebrado;
 Ando em crânios neste mundo desmoronado
 E construo uma casa, um castelo no gelo
 tudo dentro dele está pronto para o cerco.
 Mas estou desprevenido e desarmado,
 fora de seus muros".

O filme é uma orquestra de dor ao som das bombas.
Difícil entender que o homem faz a guerra jogando bombas em zoológicos. Pense no terror dos animais. Nosso planeta é um vale de lágrima dos anjos, não é um lugar seguro para se viver.
 Zioig (Javor Loznica)
Ankica (Gina McKee)



Ludovic (Sam Neill)
 Lu


Veterinário 

Filme nota 10 ***** Apresentação impecável de Sam Neill.


Filme dirigido por Ralph Ziman
Produção: Michael Alden
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Ankica morre baleada no momento que Ludovic decide sair detrás dos muros do zoológico.
Um filme triste!
O Zookeeper ganhou os prêmios do Festival internacional de Cinema de Fort Laudergale de 200l. Melhor Filme (Ralph Ziman) e Melhor Ator (Sam Neill). Ziman 

As fotos tirei da telinha, nada aqui foi colado da internet. Mas tem um site que conta toda a história do filme, foi lá que fiquei sabendo que o custo da produção foi de Seis milhões de dólares.  site https://en.wikipedia.org/wiki/The_Zookeeper_(2001_film)






domingo, 25 de fevereiro de 2018

No Outro Lado da Vida.

O que não posso afirmar com certeza é até onde vai nossa liberdade do outro lado da vida. Se podemos de vez em quando esquiar nas nuvens ou as leis imperam definitivamente em todos os planos como aqui !!!!! Tá que eu quero trabalhar quando estiver do outro lado, tentar resgatar do umbral almas que me fizeram penar aqui nesse plano. Lavar elas pra ver se ficam mais limpas para reencarnar mais puras quem sabe mas de vez em quando...... se eu puder esquiar nas nuvens junto com os cães que passaram pela minha vida e outros que nunca vi ........ essa certeza ninguém tem. Sempre vai haver leis e regras? ..... acho que sim.
PS: Não sou santa, nem sonsa!
( Marlene Koch).

sábado, 20 de janeiro de 2018

Resiliência

Resiliência! Ouvi pela primeira vez essa palavra do veterinário dos meus pets a três meses atrás quando falávamos da superação de vícios,  sem uso de medicamentos. 
Das guerras interiores e a cada dia acordar, sobreviver,  e de repente descobrimos que perdemos a casca sozinhos, sem o mínimo de ajuda,  como o fazem as cobras, as lagartas,  as cigarras, ... -Ele disse que o nome que se dá a isso é resiliência. Resiliência é termos que ser outra pessoa porque a anterior morreu!  É superação de nós mesmos, é o nosso eu do lado do avesso, é um mutilado de guerra reaprendendo a andar sem as pernas. É a nossa história depois do "eu fui...!" (Marlene Koch)

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Telefone convencional com identificador de chamada.

Quem fez a montagem do aparelho do lado direito?  Impossível funcionar, correto?

O cabo flat do aparelho da esquerda está posicionado correto, o da direita ficou invertido. No caso foi reduzido o tamanho da placa e como não tinha outro jeito de instalar a campainha, torceram o cabo flat.


Ha uns dois anos atrás meu primeiro aparelho KEO K 302 começou a estralar como se tivesse fritando, como não tem reciclagem coloquei numa caixa no sótão.

Comprei o segundo  KEO K 302, funcionou de boa um ano e seis meses. Este morreu. Ficou sem memória, apagou o visor, não dava sinal nem recebia chamada.

Comprei o terceiro aparelho KEO K 302 nesse ano, ele funcionou quase normal por um mês quando decidiu não dar mais linha. Recebia chamada, demorava para dar sinal de linha e quando eu discava não deixava.  Na loja, a moça robô (repetia as mesmas coisas sempre), na minha primeira ida alegou que era a linha da Oi porque ela testou e o aparelho funcionou. Voltei pra casa, o aparelho funcionou por dois dias e trancou a ligação novamente. Voltei na loja, a moça robô me disse que demoraria uns 30 dias o conserto e pior, esqueci em casa o fio. Se a moça robô desempenhasse um papel de humana como de fato era, eu não teria imitado ela e igualado minha educação e o aparelho montado de forma esquisita teria ido para conserto (?) na KEO.   A maioria das mulheres do comércio provam a existência da TPM embora dizem que são treinadas para agir assim, daí eu completo, iguaizinhas a robôs só que um robô talvez oferecesse um cafezinho. 

Acho que deixei cair a NF de compra na loja, sei lá, voltei com o aparelho para casa e agora sem a nota..

Decidi abrir os três aparelhos.  Os dois antigos estavam montados conforme a foto da esquerda. Minha surpresa foi esse último que ocasionou um mal entendido na loja.  Qualquer leigo pode observar que não tinha como passar informações nessa coisa torcida. Na foto não aparece mas quando abrir essa malha estava com dobras. Uma vez aberto, fim da garantia!

Nos dois aparelhos antigos que estavam com defeito, apliquei um produto que chamo de milagre porque funciona de tal forma que ressuscitou os dois KEO que estavam para reciclagem.

Esta postagem não existiria se o comércio fosse mais humanizado e menos robótico.
PS. Não sou um robô.
(By Marlene Koch)


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Magia Cósmica do Amor

Entre todos os seres que se movem no Planeta Terra somente os animais (não humanos) aprendem a magia cósmica de amor, respeito, humildade, gratidão e perdão, sem nunca terem lido um livro.

(Marlene Koch)


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

1,99 Mercado de Palavras - Filme de Marcelo Masagão.

Produção : Gustavo Steinberg

Existem frases lindas tipo "Você é a única pessoa capaz de fazer o que você faz" só que,  não somos escritores, somos leitores nas horas vagas. Escritores também não vendem frases, vendem histórias.  Gente demais nas redes sociais oferecendo frases demais e sendo de menos na maioria dos casos. Hoje colocam palavras lindas para depois atirar pedras nos erros dos outros. "Erra dobrado aquele que julga" (ops... essa é minha).

A cena de uma mulher idosa vagando no mercado sem pegar palavras explica que ela viveu muita coisa (Guerras, inflação, trabalho duro, etc ), que vivenciou o surgimento da mini-saia, Elvis , passeios nas praças , noites olhando o luar etc ..... ela viveu. Sim, nossos pais nossos avos partilharam a vida, lutaram por ela. Eles viveram.

"Há um vazio nesse excesso de frases que as palavras não conseguem preencher."  (essa frase também é minha e essa é a moral do filme.)

 Vamos trabalhar e criar nosso futuro.

 a foto tirei da telinha enquanto rodava o filme. Nada aqui foi copiado da web. (By Mar)

domingo, 5 de fevereiro de 2017

ESCRITO NAS ESTRELAS – “THE STARS SHINE DOWN” Livro de Sidney Sheldon (1917 a 2007)

Copyright 1992 – Sheldon Literary Trust 

Tradução – A.B. Pinheiro de Lemos

A seguir, meu resumo do livro.
S.S dedicou esse livro a Morton Janklow, um homem para todas as situações.

Livro interessante de ser lido por incorporadores imobiliários. Donald Trump, presidente americano eleito pela maioria no congresso em 2016 é citado nesse livro nas páginas 131 e 179 com ênfase à página 178 onde está escrito que Trump e Uris aceleram as construções trabalhando nos diversos níveis ao mesmo tempo. Importante ressaltar que um incorporador imobiliário que foi escrito nas estrelas compra e constrói com DDO (dinheiro dos outros).

 A maneira segura e correta de construir um imóvel é concluir uma fase de cada vez: Nivela-se o terreno, depois começam escavar as valas para as fundações. Quando essa parte fica pronta, instala-se as tubulações de esgotos e serviços depois as formas de madeira para o trabalho de concreto, instalação das vigas de aço..... , eu que estou longe do ramo de construção não tenho nem ideia de como se faz isso tudo de uma única vez. Trump e Uris conseguem esse feito para apressar a entrega do edifício e economizar dinheiro e contar com a sorte para que o prédio não vá abaixo. (Foi Sidney Sheldon quem deixou isso escrito, não fui eu quem disse).

Agora, vou copiar a parte romântica do livro quando os edifícios são seduzidos pela chuva na página 285.

“O silêncio do quarto foi rompido por um repentino estrondo de trovoada lá fora. Lentamente, as nuvens cinzentas no céu abriram suas comportas e uma chuva fina passou a cair. Começou discreta e gentil, acariciando o ar quente com erotismo, lambendo os lados dos prédios, pingando sobre a relva, beijando todos os recantos escuros da noite. Era uma chuva quente, leviana e sensual, escorrendo devagar, muito devagar, até que o ritmo se acelerou e mudou para uma tempestade impetuosa, feroz e exigente, uma batida orgíaca num ritmo firme e selvagem, martelando com uma força cada vez maior, mais e mais depressa, até finalmente explodir numa sucessão de trovoadas. E de repente, tão depressa quanto se iniciara, a tempestade acabou.

Obs. Não copiei nada da internet por isso faço questão de tirar foto diferenciada do livro.

(By Marlene Koch)